A força do direito deve superar o direito da força.
Enquanto as leis forem necessárias, os homens não estarão capacitados para a liberdade. (Pitágoras)
"O Direito não é uma simples idéia, é força viva."
"Acredito que todo direito implica uma responsabilidade; cada oportunidade, uma obrigação; cada posse um dever." - John
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Ataque perto de usina nuclear no Irã amplia temor de desastre em meio à escalada da guerra

Irã ataca países do Oriente Médio e acusa EUA e Israel de atingirem área próxima de usina nuclear O regime do Irã atacou, neste sábado (4), áreas residenciais de países do Oriente Médio. E acusou Israel e Estados Unidos de bombardearem áreas próximas à uma usina nuclear. A usina nuclear de Bushehr fica no sul do território iraniano e opera com tecnologia russa. O Irã afirma que essa é a quarta vez, desde o começo da guerra, que a área em volta da usina é atingida por explosivos. Um funcionário morreu e a Rússia, que dá apoio operacional ao complexo, determinou a retirada de quase 200 trabalhadores. O governo iraniano acusa os Estados Unidos e Israel de estarem por trás do ataque. Mas os dois países, até o momento, não se manifestaram. Rafael Grossi, diretor da agência, expressou profunda preocupação com o incidente. Disse que instalações nucleares não podem nunca ser atacadas e cobrou que, no local, as atividades militares sejam restritas. Israel e Estados Unidos hoje mantiveram a ofensiva contra alvos no Irã. Um ataque no norte da capital, Teerã, atingiu uma universidade. O ministro da Ciência do país visitou os escombros e disse que os inimigos vivem na Idade das Pedras, por atacarem instituições de ensino. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que os bombardeios deste sábado se concentraram na indústria petroquímica do Irã. Segundo os militares israelenses, os alvos eram instalações que fabricavam materiais para explosivos. De acordo com a imprensa estatal do Irã, pelo menos cinco pessoas morreram e 170 ficaram feridas no complexo petroquímico atingido. Israel também atacou o Líbano, que abriga bases do grupo extremista Hezbollah, financiado pelo regime iraniano. Escombros são na cidade de Tiro — no sul do país. Na capital, as explosões destruíram um posto de gasolina, que fica no subúrbio de Beirute. O conflito já forçou o deslocamento de um quinto da população libanesa. Mais de 1300 pessoas foram mortas. Na Europa, os governos continuam botando pressão por uma saída negociada. E por enquanto, descartam uma operação militar para reabrir o estreito de Ormuz. Cerca de 2 mil embarcações continuam paradas no Golfo Pérsico, sem conseguir atravessar. O Irã tem liberado pouquíssimas embarcações. Desde o começo da guerra, foram cerca de 150. Esse número era o que costumava passar diariamente por ali antes do conflito. E, mesmo para os navios autorizados, os militares iranianos têm exigido um desvio na rota comercial padrão, fazendo com que ela contorne a ilha de Larak e se aproxime do território do Irã. Isso permite que os militares tenham mais controle sobre a circulação no Estreito de Ormuz. Neste sábado, a TV estatal do Irã noticiou um ataque a um cargueiro israelense na região. E as forças iranianas fizeram novas ofensivas contra vizinhos do Golfo. No Iraque, destruição na cidade de Basra. Um complexo logístico é usado por empresas internacionais produtoras de petróleo. Nos Emirados Árabes, o ministério da Defesa informou que só hoje abateu 23 mísseis balísticos e 56 drones do Irã. No Barein, a artilharia iraniana atingiu carros, casas, áreas civis. Em Petah Tikva, mais prédios residenciais atingidos e a angústia causada pela guerra, que não dá sinal de um fim. LEIA TAMBÉM Empresário é procurado pela PF por suspeita de comprar dados sigilosos da esposa de Moraes
04/04/2026 (00:00)
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